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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 163

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107662

      Disciplina: Educação Artística

      Segundo a Resolução nº 2, de 11/09/2001, que instituiu as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, os sistemas de ensino devem matricular:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 162

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107660

      Disciplina: Educação Artística

      O Princípio da "Consciência Política e Histórica da Diversidade", presente nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, deve conduzir à:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 161

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107658

      Disciplina: Educação Artística

      Nos Parâmetros Curriculares Nacionais a opção pelo termo
      "área"
      para o Ensino Fundamental foi utilizado porque acredita-se que o tratamento dado aos conteúdos deve integrar conhecimentos de diferentes disciplinas, além de:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 160

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107656

      Disciplina: Educação Artística

      A Lei do Estatuto da Criança e do Adolescente 8069/90 prevê, em seu Art.53, que a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurandolhes, dentre outros, o:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 159

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107654

      Disciplina: Educação Artística

      Um dos Princípios da Educação Nacional, presente na Lei de Diretrizes e Bases 9394/96, é a:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 158

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107652

      Disciplina: Educação Artística

      Citada pelo então diretor geral da UNESCO como sendo um "instrumento determinante para humanizar a globalização", foi aprovada por unanimidade, em novembro de 2001, em Paris, na 31ª Conferência Geral da UNESCO, a Declaração Universal:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 157

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107650

      Disciplina: Educação Artística

      A importância das idéias de Gramsci (1891-1937) está em sua capacidade de atualizar o pensamento de inspiração marxista, de modo a adequá-lo às características das sociedades européias de capitalismo avançado da primeira metade do século XX. Nesse sentido, ao analisar o sistema escolar de sua época, recuperando e ampliando a percepção de Marx, Gramsci propõe que a escola deveria ter:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 156

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107648

      Disciplina: Educação Artística

      Ao discorrer sobre a forma como o sistema escolar elimina continuamente as crianças saídas das classes populares, sobre como a linguagem escolar é distante da linguagem dos alunos e sobre como a cultura das classes altas se aproxima da cultura da escola, Pierre Bordieu embasa sua análise, ao afirmar que:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 155

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107646

      Disciplina: Educação Artística

      Para Anísio Teixeira, "o educador não pode ser equiparado a nenhum técnico, no sentido usual e restrito da palavra. Ao lado da informação e da técnica, deve possuir uma clara filosofia da vida humana e uma visão delicada e aguda da natureza do homem". Nesse sentido, o autor propõe que o educador seja, também, um:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 154

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107644

      Disciplina: Educação Artística

      Ao afirmar que ensinar exige estética e ética, Paulo Freire, comenta que os educadores devem procurar "pensar certo". Para o autor, "pensar certo" demanda profundidade na compreensão e na interpretação dos fatos, além de disponibilidade à revisão dos achados, reconhecendo não apenas a possibilidade de se mudar de opção, de apreciação, mas o direito de fazê-lo. E, como não há "pensar certo" distanciado de princípios éticos, e considerando que mudar é uma possibilidade e um direito, cabe a quem muda o "pensar certo". Nesse sentido, para Paulo Freire, o "pensar certo" é ser:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 153

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107642

      Disciplina: Educação Artística

      No século XX, alguns movimentos nas artes visuais passaram a conferir maior importância às questões formais, resultando na criação da arte não figurativa. No Brasil isto ocorreu:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 152

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107640

      Disciplina: Educação Artística

      Os movimentos Pau-Brasil e Antropofágico representam a nacionalização das influências que os artistas brasileiros trouxeram da Europa. Dentre estas influências pode-se citar:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 151

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107638

      Disciplina: Educação Artística

      O movimento ilusório como imitação da realidade é uma característica fundamental:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 150

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107636

      Disciplina: Educação Artística

      Ao propor a leitura de uma obra de arte, seja visual, musical ou cênica, o foco disseminador de sua interpretação deve ser:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 149

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107634

      Disciplina: Educação Artística

      Para se trabalhar com a forma no espaço tridimensional, o procedimento técnico mais indicado é:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 148

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107632

      Disciplina: Educação Artística

      Um professor de artes visuais levou crianças a um local arborizado e pediu que, de olhos fechados, elas tocassem nos troncos das árvores, na vegetação próxima de suas mãos, no solo e comparassem as diferentes sensações. O elemento sensorial básico nesta experiência é:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 147

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107630

      Disciplina: Educação Artística

      A prática da releitura de obras de arte no ensino escolar fundamenta-se na:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 146

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107628

      Disciplina: Educação Artística

      Frente à presença cada vez maior dos meios de comunicação de massa na vida das crianças, cabe ao professor de arte:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 145

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107626

      Disciplina: Educação Artística

      De acordo com as novas metodologias e abordagens do ensino da arte, o conceito de beleza é compreendido como:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 144

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107624

      Disciplina: Educação Artística

      Na década de 80 a educação escolar em arte no Brasil, no modelo da Proposta Triangular, passou a dar ênfase:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 143

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107622

      Disciplina: Educação Artística

      Dentre os materiais abaixo, os mais adequados para se trabalhar com crianças até 6 anos de idade são:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 142

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107620

      Disciplina: Educação Artística

      É na fase sensório-motora (Piaget) que a criança produz:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 141

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107618

      Disciplina: Educação Artística

      Uma das características do desenho infantil é a utilização da transparência, que pode ser ilustrada:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 140

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107616

      Disciplina: Educação Artística

      As crianças utilizam-se de uma multiplicidade de pontos de vista para representar uma cena. Dentre as imagens, a que melhor expressa este recurso é a imagem:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 139

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107614

      Disciplina: Educação Artística

      A representação do espaço por meio do rebatimento está mais fortemente presente:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 138

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107612

      Disciplina: Educação Artística

      O desenho que mais se aproxima do estágio conhecido como realismo visual, segundo Jean Piaget, é o da imagem:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 137

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107610

      Disciplina: Educação Artística

      A representação de grandezas relativas e de sucessão de planos está mais fortemente presente:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 135

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107609

      Disciplina: Educação Artística

      De acordo com o texto, o professor de arte deve olhar para a comunidade com os olhos de um:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 134

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107608

      Disciplina: Educação Artística

      De acordo com o texto, a educação estética escolar de crianças e jovens deve:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 133

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107607

      Disciplina: Educação Artística

      A Educação Artística é um elemento central na pedagogia dos Jardins-de-Infância. Ela é constituída de vários tipos de atividades, como poesia, canto, desenho, pintura, escultura e outros. Segundo Froebel, o esforço para expressar-se através da Arte manifesta-se no homem desde a infância, estando também ligado a uma concepção de religião, porque através da arte, o homem:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 132

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107606

      Disciplina: Educação Artística

      A quadrinha abaixo é uma tradução do "Guia para Jardineiras" de Froebel: "Já sei primárias cores E cores secundárias Do íris esplendores Do espectro cores várias" Em relação ao trabalho com as cores, nos antigos Jardins-de- Infância, é correto afirmar que se dava ênfase:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 131

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107605

      Disciplina: Educação Artística

      Iniciar a formação necessária a que toda pessoa tem direito para o exercício da cidadania, recebendo os conhecimentos básicos que são necessários para a continuidade dos estudos posteriores deve ser, segundo as novas leis, papel atribuído, principalmente:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 130

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107604

      Disciplina: Educação Artística

      Segundo o "Guia para as Jardineiras", traduzido por Gabriel Prestes, da obra de Froebel, as ocupações dos Jardins-de- Infância eram chamados de jogos, e os materiais empregados nessas ocupações, eram chamados de dons. Os dons permitiam às crianças brincarem com as mãos desde o princípio e também desenvolverem exercícios manuais. Eram, ao todo, 20 dons organizados do mais simples ao mais complexo. Do sólido ao plano. Do mais denso ao mais flexível. De acordo com o exposto acima, a alternativa que melhor representa a ordem a ser seguida na exploração dos dons (materiais) é:

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      FJPF - 2007 - Pref- Vitória - 129

      | Professor de Educação Artística

      Questão: Q107603

      Disciplina: Educação Artística

      João Formosinho, da Universidade do Minho, considera que "a docência é uma atividade de serviço, que o professor é, para além de especialista numa área do saber, também um profissional de ajuda, um agente de desenvolvimento humano."(Encontros e desencontros em ed.infantil, Machado, M.L. de). Por isso, para promover uma escola básica para todos, uma escola inclusiva, comprometida comunitariamente e empenhada socialmente, a formação do docente deve levar em conta, segundo este autor, além dos aspectos intelectuais, os seguintes aspectos:

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 274

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106999

      Disciplina: Educação Artística

      O questionamento sobre a identidade nacional foi um dos motivos da Semana de 22) Assinale o estilo de arte que no Brasil já antecipava a questão da identidade nacional.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 273

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106998

      Disciplina: Educação Artística

      A cerâmica é o "alfabeto da arqueologia" e constitui o principal recurso para o arqueólogo interpretar as culturas pré-históricas. Sobre ela, assinale a afirmação correta:

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 272

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106997

      Disciplina: Educação Artística

      O escultor Bruno Giorgi sofreu, entre outros, a influência de um dos mais importantes escultores do Modernismo europeu - Henry Moore -, cuja retrospectiva se encerrou recentemente no Rio de Janeiro. Assinale a obra de Bruno Giorgi na cidade do Rio de Janeiro.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 271

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106996

      Disciplina: Educação Artística

      Ao utilizar palavras para designar objetos que não estão presentes de imediato, a criança mobiliza principalmente a:

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 270

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106995

      Disciplina: Educação Artística

      "Há um fio que percorre continuamente todas as culturas que conhecemos e que é feito de dois cordões. Esse fio é o da ciência e da arte." Assinale a afirmativa que melhor traduz o enunciado acima.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 269

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106994

      Disciplina: Educação Artística

      Os gregos da Antiguidade foram os primeiros a criar espaços plásticos caracterizados por propriedades lógicas e perspectivas. Em relação a elas, assinale a afirmativa correta.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 268

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106993

      Disciplina: Educação Artística

      O criador do termo "Arte Concreta" foi o artista holandês Theo Van Doesburg. Repetindo suas palavras: "pintura concreta e não abstrata, já que não é mais concreto, mais real, que uma linha, uma cor, uma superfície... uma mulher, uma árvore, uma vaca são concretos no estado natural, mas no estado de pintura são ilusórios, vagos, especulativos..." Assinale a vanguarda que, no Brasil, seguiu essa diretriz.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 267

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106992

      Disciplina: Educação Artística

      A metodologia triangular, proposta defendida pela arte-educadora Ana Mae Barbosa, tem por base um trabalho pedagógico integrador de três facetas do conhecimento em arte. Além do fazer artístico, outros dois elementos compõem o triângulo. Assinale a afirmativa que os indique.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 266

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106991

      Disciplina: Educação Artística

      O espetáculo teatral, como um fenômeno de comunicação, tem gerado uma série de proposições a respeito da relação autor- -encenador/ator/espectador. Para definir essa comunicação, o encenador Manfred Wekwerth baseia-se na idéia de que:

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 265

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106990

      Disciplina: Educação Artística

      É fundamental a importância atribuída ao teatro, seus jogos dramáticos, seus métodos e suas técnicas no espaço da escola. Que teatrólogo sistematizou um método em que um dos seus objetivos é o de fazer com que o "espectador", nas experiências do teatro-foro, interrompa a ação dramática, incorporando-se àqueles que a conduzem, formulando, por meio de representação, sua compreensão e capacidade de agir?

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 264

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106989

      Disciplina: Educação Artística

      Qual texto abaixo é considerado o primeiro documento básico da teoria teatral, dissecando a estrutura da tragédia e da comédia, caracterizando os gêneros e suas diferenças, explicando suas origens e analisando seus elementos?

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 263

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106988

      Disciplina: Educação Artística

      Assinale a alternativa em que encontramos marcos históricos do desenvolvimento do teatro no Brasil listados cronologicamente.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 262

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106987

      Disciplina: Educação Artística

      Que autor desenvolveu uma reflexão profunda sobre teatro e política, objetivando a busca por uma estética que servisse aos interesses do proletariado, em que a arte apareceria como um meio mais do que como fim e que entendia que o teatro deveria ser um instrumento de agitação e propaganda?

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 261

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106986

      Disciplina: Educação Artística

      Recentes descobertas assinalam grande quantidade de pinturas rupestres no território nacional, muitas delas datadas de mais de 12 000 a.C. A respeito disso, assinale a afirmação correta.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 260

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106985

      Disciplina: Educação Artística

      No seu livro O que é teatro, Fernando Peixoto nos contempla com um precioso capítulo sobre o espaço cênico, de onde retiramos o trecho que se segue: "O espaço cênico é uma imposição ou opção, ambas de natureza social. Aparentemente pode parecer que pouco mudou entre a forma clássica dos anfiteatros gregos e os teatros de arena, ou circulares, dos dias de hoje. Mas a aventura do espaço cênico é um dos capítulos mais reveladores da aventura do teatro." Marque a única alternativa
      falsa
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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 259

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106984

      Disciplina: Educação Artística

      Assinale a alternativa correta em relação à origem da palavra teatro.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 258

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106983

      Disciplina: Educação Artística

      Em meados dos anos 1950, surge um grupo de teatro que em grande medida se opõe ao ideário do TBC (Teatro Brasileiro de Comédia). Esse grupo se caracteriza pela proposta de um teatro como instrumento político. Sua principal montagem foi Eles não usam black-tie, marco da dramaturgia nacional, de Gianfrancesco Guarnieri. Assinale a alternativa em que se encontra esse grupo.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 257

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106982

      Disciplina: Educação Artística

      A tese mais aceita e difundida sobre a origem da tragédia grega associa seu nascimento:

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 256

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106981

      Disciplina: Educação Artística

      Assinale a afirmação correta relacionada à obra de Antônio Francisco Lisboa.

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      ACCESS Seleção - 2007 - Pref- Teresópolis - 255

      | Professor I - Educação Artística

      Questão: Q106980

      Disciplina: Educação Artística

      Relacione os teatrólogos às denominações conhecidas de suas pesquisas teatrais, considerando a ordem existente na seguinte relação: Antonin Artaud - Augusto Boal - Bertold Brecht - Constantin Stanislavski - Jerzy Grotowski.

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      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 346

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99278

      Disciplina: Educação Artística

      A evolução do nacionalismo musical no Brasil deu-se através de um progressivo contato estético do folclore com o erudito, a partir da diminuição dessa distância cultural, que impedia o aproveitamento de elementos da cultura popular.
      Com as grandes transformações estruturais, a sociedade passa a aceitar as manifestações culturais emergentes, em uma visão menos etnocêntrica em relação ao padrões da cultura européia.
      E Mário de Andrade lembra muito bem que "uma arte nacional não se faz como escolha discricionária e diletante de elementos: uma arte nacional já está feita na inconsciência do povo."
      Léa V. Freitag. Momentos de música brasileira. São Paulo: Nobel, 1985 (com adaptações).
      Tendo o texto acima como motivador inicial, julgue os itens seguintes.

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      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 345

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99277

      Disciplina: Educação Artística

      Após muitas tentativas malsucedidas ao longo de um período de aproximadamente doze anos, eu criei os fundamentos para um novo procedimento na construção musical, o qual parecia adequado para substituir aquelas alterações estruturais fornecidas anteriormente pela harmonia tonal. Eu chamei esse procedimento de Método de Composição com Doze Tons Relacionados Apenas Entre Si. Esse método consistia basicamente do uso constante e exclusivo de um conjunto de doze tons diferentes.
      A partir do texto acima no qual, Arnold Schoenberg, durante uma palestra em 1941, descreve suas técnicas de composição, julgue os itens subseqüentes.

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      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 342

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99276

      Disciplina: Educação Artística

      O padrão MIDI (Musical Instrument Digital Interface) de comunicação de dados foi criado em 1983 e permite a comunicação digital entre dois ou mais instrumentos musicais, e entre instrumentos musicais e microcomputadores. O MIDI tem possibilitado uma verdadeira revolução nas atividades de composição, arranjo, gravação e execução musical.
      Miguel Ratton. MIDI Guia básico de referência. Rio de Janeiro: H. Sheldon, 1991.
      A respeito da tecnologia MIDI, mencionada no texto acima, julgue os itens a seguir.

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      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 341

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99275

      Disciplina: Educação Artística

      Segundo Gerd Bornheim (1992), o panorama do teatro de hoje é, inegavelmente, de uma riqueza imensa, de uma pluralidade de experiências jamais vista em nenhuma fase da historia da arte cênica. A partir dessa afirmação, julgue os itens a seguir

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      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 340

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99274

      Disciplina: Educação Artística

      De acordo com Sábato Magaldi (2003), no teatro dramático há três elementos essenciais: o ator, o texto e o público. O teatro não acontece sem a conjugação dessa tríade. A partir dessas informações, julgue os itens a seguir

    • .

      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 339

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99273

      Disciplina: Educação Artística

      Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais - Arte (1997), uma das modalidades de orientação didática em Arte é o trabalho por projetos. Cada equipe de trabalho pode eleger projetos a serem desenvolvidos em caráter interdisciplinar. Com relação a esse assunto, julgue os itens que se seguem

    • .

      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 338

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99272

      Disciplina: Educação Artística

      Jogo dramático e jogo teatral constituem modalidades de improvisação cercadas por regras precisas. O jogador é convidado a formular e a responder a atos cênicos, mediante a construção física de uma ficção - espaço, gestualidade, dicção etc. - dentro de relações produzidas aqui e agora com seu parceiro, construção na qual também intervêm elementos aleatórios.
      Maria Lúcia Pupo. 2005, p. 24 (com adaptações).
      A partir do texto acima, julgue os itens a seguir, acerca dos jogos dramáticos e teatrais.

    • .

      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 337

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99271

      Disciplina: Educação Artística

      Jogo dramático e jogo teatral constituem modalidades de improvisação cercadas por regras precisas. O jogador é convidado a formular e a responder a atos cênicos, mediante a construção física de uma ficção - espaço, gestualidade, dicção etc. - dentro de relações produzidas aqui e agora com seu parceiro, construção na qual também intervêm elementos aleatórios.
      Maria Lúcia Pupo. 2005, p. 24 (com adaptações).
      A partir do texto acima, julgue os itens a seguir, acerca dos jogos dramáticos e teatrais.

    • .

      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 336

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99270

      Disciplina: Educação Artística

      A introdução do teatro e das outras formas de expressão artística na educação escolar contemporânea ocidental trouxe consigo a discussão do sentido do ensino das artes para a formação das novas gerações. O debate, longe de se exaurir, permanece aberto, alimentado por diferentes argumentos, que buscam justificar seu valor educativo e sua inclusão no ensino formal.
      Ricardo Japiassu. 2006, p. 29 (com adaptações).
      Considerando o texto acima, julgue os itens com relação às possibilidades da linguagem teatral no ensino formal na contemporaneidade.

    • .

      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 334

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99268

      Disciplina: Educação Artística

      A visita a museus, galerias e exposições pelos alunos de uma escola deve ser sempre incentivada pelos professores para que possam apreciar a obra de arte pessoalmente. No que se refere a esse assunto, julgue os próximos itens.

    • .

      CESPE - 2007 - SEMAD - ES - 331

      | Profº de Ed- Básica III - Ed. Artística no Ens. Fundamental

      Questão: Q99264

      Disciplina: Educação Artística

      A sala de aula é um importante espaço de criação. A partir de propostas pedagógicas bem estruturadas, os alunos se capacitam a criar soluções para problemas diversos. Considerando as atividades que podem ser desenvolvidas em sala de aula e o papel do professor nessas atividades, julgue os próximos itens.

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 78

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64686

      Disciplina: Educação Artística

      Escolha a alternativa que apresenta elementos que podem ser considerados como contribuições da música na formação dos indivíduos:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 77

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64685

      Disciplina: Educação Artística

      Considerando a diversidade de contextos atuais onde a educação é desenvolvida, a aplicação de uma educação musical abrangente necessita de uma série de fatores que permitam flexibilidade sem perder qualidade. Neste sentido, as metas para uma educação musical contemporânea no ensino fundamental deveriam incluir a busca do equilíbrio das diversas ações inerentes ao desenvolvimento musical. Escolha a alternativa que apresenta um conjunto de metas que seja coerente com a diversidade de contextos do ensino fundamental.

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 76

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64684

      Disciplina: Educação Artística

      Um dos componentes curriculares para a música no ensino fundamental poderia ser o desenvolvimento da leitura musical, a partir de diversas propostas metodológicas. Diferentes estratégias para o desenvolvimento da leitura musical poderiam ser sintetizadas em dois grandes sistemas:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 75

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64683

      Disciplina: Educação Artística

      M. Schafer, compositor e educador Canadense contemporâneo, trouxe contribuições para a educação musical através de reflexões sobre o material sonoro decorrente das novas estéticas do século XX. As idéias deste autor podem ser adotadas no ensino fundamental com as devidas adaptações às realidades educacionais. Algumas das propostas fundamentais de Schafer incluem:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 74

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64682

      Disciplina: Educação Artística

      Na perspectiva de Z. Kodály, música deveria ser acessível para todas as pessoas através de uma educação musical sistemática. Suas propostas educacionais incluem estratégias e vários materiais didáticos, que podem ser aplicados no contexto do ensino fundamental brasileiro. Algumas das principais características do método Kodály são:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 73

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64681

      Disciplina: Educação Artística

      E. Willems foi um educador musical que produziu vários materiais didáticos. No ensino fundamental, alguns destes materiais podem ser utilizados, pois este autor se preocupou com o desenvolvimento de atividades gradativas, para diferentes etapas do desenvolvimento musical. Willems foi um pioneiro na utilização da psicologia como base para a elaboração de uma proposta metodológica para a educação musical, e para este autor o desenvolvimento musical pode ser entendido em três principais perspectivas:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 72

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64680

      Disciplina: Educação Artística

      O uso da voz como instrumento para a musicalização é uma estratégia utilizada por diversas metodologias de educação musical, e é uma ferramenta importante para o educador que atua no ensino fundamental. O projeto de Canto Orfeônico proposto por Villa-Lobos no Brasil enfatizava o uso da voz. Algumas das principais características das propostas de Villa-Lobos são:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 71

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64679

      Disciplina: Educação Artística

      As propostas de S. Suzuki têm sido muito difundidas no mundo todo por sua abordagem no ensino de música, e também poderiam ser aplicadas no ensino fundamental brasileiro com adaptações específicas. Podem ser consideradas características fundamentais deste método:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 70

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64678

      Disciplina: Educação Artística

      No desenvolvimento de uma metodologia de educação musical para o ensino fundamental, algumas propostas de C. Orff poderiam ser inseridas no contexto escolar. Assinale a alternativa que apresenta algumas características básicas deste método.

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 69

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64677

      Disciplina: Educação Artística

      A educação musical no ensino fundamental pode utilizar elementos de diferentes propostas metodológicas adaptadas ao contexto de cada escola. Assinale a alternativa que apresenta algumas características básicas do método Dalcroze que poderiam fazer parte de um programa de música para o ensino fundmental.

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 68

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64676

      Disciplina: Educação Artística

      Na educação musical no contexto atual convivem diferentes metodologias que se consagraram no mundo todo por suas propostas inovadoras. Assinale a alternativa que apresenta importantes educadores musicais que propuseram metodologias que ainda são relevantes no cenário educacional brasileiro e mundial.

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 67

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64675

      Disciplina: Educação Artística

      A música está prevista nas novas legislações para ser aplicada nos 3o e 4o ciclos do Ensino Fundamental. De acordo com os PCN, são conteúdos para esta área:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 66

      | Professor (educação artística-música)

      Questão: Q64674

      Disciplina: Educação Artística

      Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), em seu volume dedicado à Arte, apresentam e desenvolvem as seguintes áreas:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 65

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64673

      Disciplina: Educação Artística

      Para se construir um grupo de teatro, como Viola Spolin sugere que se deva promover o coletivo através de:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 64

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64672

      Disciplina: Educação Artística

      Qual o papel do contexto no teatro na escola?

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 63

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64671

      Disciplina: Educação Artística

      Como a espontaneidade se liga com o processo de construção de conhecimento em teatro?

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 62

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64670

      Disciplina: Educação Artística

      Quando o foco do jogo está no personagem, Viola Spolin propõe:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 61

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64669

      Disciplina: Educação Artística

      Nos jogos teatrais, assim como nos jogos de regras:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 60

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64668

      Disciplina: Educação Artística

      O foco do jogo "Cabo de Guerra" é dar realidade ao objeto (uma corda imaginária).

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 59

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64666

      Disciplina: Educação Artística

      O jogo de regras - entendido como uma atividade lúdica do ser socializado, que propõe um problema a ser solucionado - pode contribuir para o ensino de teatro?

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 58

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64664

      Disciplina: Educação Artística

      Na avaliação segundo o sistema de Viola Spolin:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 57

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64662

      Disciplina: Educação Artística

      A construção de imagens congeladas é um recurso do teatro que:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 56

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64660

      Disciplina: Educação Artística

      No processo de construção do conhecimento em teatro, Viola Spolin propõe que o foco, ou ponto de concentração, inclua a estrutura:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 55

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64658

      Disciplina: Educação Artística

      Para Boal, ao se trabalhar com situações de opressão do cotidiano dos alunos:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 54

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64656

      Disciplina: Educação Artística

      A construção de narrativa nas aulas de teatro:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 53

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64654

      Disciplina: Educação Artística

      A exploração do espaço:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 52

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64652

      Disciplina: Educação Artística

      A interação com o texto no processo teatral:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 51

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64650

      Disciplina: Educação Artística

      Admite-se que, no processo de domínio da linguagem teatral, a comunicação ficava mais objetiva e o trabalho evoluía quando:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 50

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64648

      Disciplina: Educação Artística

      No sistema de Viola Spolin, o foco tem a função de:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 49

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64646

      Disciplina: Educação Artística

      Os jogos teatrais, são importantes para as crianças porque:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 48

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64644

      Disciplina: Educação Artística

      Qual a relação entre jogo dramático e jogo teatral?

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 47

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64642

      Disciplina: Educação Artística

      O jogo simbólico infantil é:

    • .

      ESAG - 2004 - Pref. Florianópolis-SC - 46

      | Professor (educação artística-artes cênicas)

      Questão: Q64640

      Disciplina: Educação Artística

      O objetivo do Teatro do Oprimido é:

    • Público

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    • Público

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    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6583

      | Analista Legislativo (Produtor para Revisão de Conteúdos Jor

      Questão: Q128548

      Disciplina: Língua Portuguesa

      Mitos constitucionais
      “É inconstitucional!” Durante o governo FHC, essa era a
      primeira coisa que a oposição dizia. Durante o governo Lula, a
      oposição começa sempre pelo bordão: “É um atentado às
      liberdades constitucionais!”
      5 Uma Constituição democrática mostra vitalidade e
      legitimidade quando oposição e situação, direita e esquerda,
      passam a invocá-la em favor das posições que defendem.
      Paradoxalmente, foram os embates em torno da revisão
      constitucional de 1993 e o empenho do governo FHC pelas
      10 reformas que criaram condições para essa consolidação da
      Constituição como núcleo do sistema político. Quanto mais
      defeituoso se dizia que era o texto, tanto mais se afirmava a
      supremacia da Carta de 1988.
      Pode-se concordar ou não com as alterações realizadas. Mas
      15 o fato é que, a partir daquele momento, a Constituição deixou
      de ser um texto abstrato e distante da realidade e passou ao
      centro do debate público.
      Vários mitos foram derrubados nesse caminho. Um deles
      dizia que Constituição boa é aquela que muda pouco, como se
      20 escrever com bico de pena fosse garantia de qualidade.
      Outro mito era o de que a Constituição seria letra morta, que
      teria uma função meramente simbólica. Como se um governo
      fosse se empenhar tanto para obter três quintos dos votos no
      Congresso, em dois turnos de votação, para mudar um mero
      25 conto de fadas.
      Caiu por fim o mito de que o texto constitucional seria
      contraditório: não há texto legal unívoco e perfeitamente
      determinado.
      A vantagem de uma Constituição democrática é que o seu
      30 sentido não pode ser fixado de antemão de uma vez por todas.
      Ele está em permanente disputa.
      Talvez essa seja a maior lição dos últimos 20 anos. A
      construção de uma institucionalidade democrática depois de
      uma longa ditadura militar levou a imagens extremadas do
      35 poder do direito. Foi longo o aprendizado de que o direito não é
      nem a solução de todos os problemas nem um palavreado inútil.
      Ele só se torna efetivo pelo sentido que lhe dão as lutas sociais
      e políticas pela sua interpretação.
      É por isso que a atividade jurisprudencial e o funcionamento
      40 concreto dos tribunais se mostram agora tão ou mais decisivos
      que o processo legislativo. Pela mesma razão, faz cada vez mais
      parte da cultura política o princípio de que o código próprio ao
      direito tem de ser preservado e respeitado para que a disputa
      pelo seu sentido possa se fazer segundo regras de liberdade e
      45 de igualdade. É a invocação e o exercício dessas regras que
      impedem uma Constituição de se tornar letra morta e uma
      democracia de definhar em autoritarismo.
      (Marcos Nobre. Folha de São Paulo
      , 7 de outubro de 2008.)
      Assinale a alternativa em que se tenha indicado incorretamente a que o termo destacado se refere.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6582

      | Analista Legislativo (Produtor para Revisão de Conteúdos Jor

      Questão: Q128546

      Disciplina: Língua Portuguesa

      Mitos constitucionais
      “É inconstitucional!” Durante o governo FHC, essa era a
      primeira coisa que a oposição dizia. Durante o governo Lula, a
      oposição começa sempre pelo bordão: “É um atentado às
      liberdades constitucionais!”
      5 Uma Constituição democrática mostra vitalidade e
      legitimidade quando oposição e situação, direita e esquerda,
      passam a invocá-la em favor das posições que defendem.
      Paradoxalmente, foram os embates em torno da revisão
      constitucional de 1993 e o empenho do governo FHC pelas
      10 reformas que criaram condições para essa consolidação da
      Constituição como núcleo do sistema político. Quanto mais
      defeituoso se dizia que era o texto, tanto mais se afirmava a
      supremacia da Carta de 1988.
      Pode-se concordar ou não com as alterações realizadas. Mas
      15 o fato é que, a partir daquele momento, a Constituição deixou
      de ser um texto abstrato e distante da realidade e passou ao
      centro do debate público.
      Vários mitos foram derrubados nesse caminho. Um deles
      dizia que Constituição boa é aquela que muda pouco, como se
      20 escrever com bico de pena fosse garantia de qualidade.
      Outro mito era o de que a Constituição seria letra morta, que
      teria uma função meramente simbólica. Como se um governo
      fosse se empenhar tanto para obter três quintos dos votos no
      Congresso, em dois turnos de votação, para mudar um mero
      25 conto de fadas.
      Caiu por fim o mito de que o texto constitucional seria
      contraditório: não há texto legal unívoco e perfeitamente
      determinado.
      A vantagem de uma Constituição democrática é que o seu
      30 sentido não pode ser fixado de antemão de uma vez por todas.
      Ele está em permanente disputa.
      Talvez essa seja a maior lição dos últimos 20 anos. A
      construção de uma institucionalidade democrática depois de
      uma longa ditadura militar levou a imagens extremadas do
      35 poder do direito. Foi longo o aprendizado de que o direito não é
      nem a solução de todos os problemas nem um palavreado inútil.
      Ele só se torna efetivo pelo sentido que lhe dão as lutas sociais
      e políticas pela sua interpretação.
      É por isso que a atividade jurisprudencial e o funcionamento
      40 concreto dos tribunais se mostram agora tão ou mais decisivos
      que o processo legislativo. Pela mesma razão, faz cada vez mais
      parte da cultura política o princípio de que o código próprio ao
      direito tem de ser preservado e respeitado para que a disputa
      pelo seu sentido possa se fazer segundo regras de liberdade e
      45 de igualdade. É a invocação e o exercício dessas regras que
      impedem uma Constituição de se tornar letra morta e uma
      democracia de definhar em autoritarismo.
      (Marcos Nobre. Folha de São Paulo
      , 7 de outubro de 2008.)
      ""É inconstitucional!" Durante o governo FHC, essa era a primeira coisa que a oposição dizia. Durante o governo Lula, a oposição começa sempre pelo bordão: "É um atentado às liberdades constitucionais!"" (L.1-4) Analise os itens a seguir a respeito do trecho acima:
      I. O essa
      tem valor dêitico ( ou díctico ).
      II. O vocábulo Durante
      pode ser classificado como preposição acidental.
      III. O termo às liberdades constitucionais
      se classifica como complemento nominal.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6581

      | Analista Legislativo (Produtor para Revisão de Conteúdos Jor

      Questão: Q128544

      Disciplina: Língua Portuguesa

      Mitos constitucionais
      “É inconstitucional!” Durante o governo FHC, essa era a
      primeira coisa que a oposição dizia. Durante o governo Lula, a
      oposição começa sempre pelo bordão: “É um atentado às
      liberdades constitucionais!”
      5 Uma Constituição democrática mostra vitalidade e
      legitimidade quando oposição e situação, direita e esquerda,
      passam a invocá-la em favor das posições que defendem.
      Paradoxalmente, foram os embates em torno da revisão
      constitucional de 1993 e o empenho do governo FHC pelas
      10 reformas que criaram condições para essa consolidação da
      Constituição como núcleo do sistema político. Quanto mais
      defeituoso se dizia que era o texto, tanto mais se afirmava a
      supremacia da Carta de 1988.
      Pode-se concordar ou não com as alterações realizadas. Mas
      15 o fato é que, a partir daquele momento, a Constituição deixou
      de ser um texto abstrato e distante da realidade e passou ao
      centro do debate público.
      Vários mitos foram derrubados nesse caminho. Um deles
      dizia que Constituição boa é aquela que muda pouco, como se
      20 escrever com bico de pena fosse garantia de qualidade.
      Outro mito era o de que a Constituição seria letra morta, que
      teria uma função meramente simbólica. Como se um governo
      fosse se empenhar tanto para obter três quintos dos votos no
      Congresso, em dois turnos de votação, para mudar um mero
      25 conto de fadas.
      Caiu por fim o mito de que o texto constitucional seria
      contraditório: não há texto legal unívoco e perfeitamente
      determinado.
      A vantagem de uma Constituição democrática é que o seu
      30 sentido não pode ser fixado de antemão de uma vez por todas.
      Ele está em permanente disputa.
      Talvez essa seja a maior lição dos últimos 20 anos. A
      construção de uma institucionalidade democrática depois de
      uma longa ditadura militar levou a imagens extremadas do
      35 poder do direito. Foi longo o aprendizado de que o direito não é
      nem a solução de todos os problemas nem um palavreado inútil.
      Ele só se torna efetivo pelo sentido que lhe dão as lutas sociais
      e políticas pela sua interpretação.
      É por isso que a atividade jurisprudencial e o funcionamento
      40 concreto dos tribunais se mostram agora tão ou mais decisivos
      que o processo legislativo. Pela mesma razão, faz cada vez mais
      parte da cultura política o princípio de que o código próprio ao
      direito tem de ser preservado e respeitado para que a disputa
      pelo seu sentido possa se fazer segundo regras de liberdade e
      45 de igualdade. É a invocação e o exercício dessas regras que
      impedem uma Constituição de se tornar letra morta e uma
      democracia de definhar em autoritarismo.
      (Marcos Nobre. Folha de São Paulo
      , 7 de outubro de 2008.)
      Assinale a alternativa em que a palavra indicada não tenha valor adjetivo.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6580

      | Analista Legislativo (Produtor para Revisão de Conteúdos Jor

      Questão: Q128542

      Disciplina: Língua Portuguesa

      Mitos constitucionais
      “É inconstitucional!” Durante o governo FHC, essa era a
      primeira coisa que a oposição dizia. Durante o governo Lula, a
      oposição começa sempre pelo bordão: “É um atentado às
      liberdades constitucionais!”
      5 Uma Constituição democrática mostra vitalidade e
      legitimidade quando oposição e situação, direita e esquerda,
      passam a invocá-la em favor das posições que defendem.
      Paradoxalmente, foram os embates em torno da revisão
      constitucional de 1993 e o empenho do governo FHC pelas
      10 reformas que criaram condições para essa consolidação da
      Constituição como núcleo do sistema político. Quanto mais
      defeituoso se dizia que era o texto, tanto mais se afirmava a
      supremacia da Carta de 1988.
      Pode-se concordar ou não com as alterações realizadas. Mas
      15 o fato é que, a partir daquele momento, a Constituição deixou
      de ser um texto abstrato e distante da realidade e passou ao
      centro do debate público.
      Vários mitos foram derrubados nesse caminho. Um deles
      dizia que Constituição boa é aquela que muda pouco, como se
      20 escrever com bico de pena fosse garantia de qualidade.
      Outro mito era o de que a Constituição seria letra morta, que
      teria uma função meramente simbólica. Como se um governo
      fosse se empenhar tanto para obter três quintos dos votos no
      Congresso, em dois turnos de votação, para mudar um mero
      25 conto de fadas.
      Caiu por fim o mito de que o texto constitucional seria
      contraditório: não há texto legal unívoco e perfeitamente
      determinado.
      A vantagem de uma Constituição democrática é que o seu
      30 sentido não pode ser fixado de antemão de uma vez por todas.
      Ele está em permanente disputa.
      Talvez essa seja a maior lição dos últimos 20 anos. A
      construção de uma institucionalidade democrática depois de
      uma longa ditadura militar levou a imagens extremadas do
      35 poder do direito. Foi longo o aprendizado de que o direito não é
      nem a solução de todos os problemas nem um palavreado inútil.
      Ele só se torna efetivo pelo sentido que lhe dão as lutas sociais
      e políticas pela sua interpretação.
      É por isso que a atividade jurisprudencial e o funcionamento
      40 concreto dos tribunais se mostram agora tão ou mais decisivos
      que o processo legislativo. Pela mesma razão, faz cada vez mais
      parte da cultura política o princípio de que o código próprio ao
      direito tem de ser preservado e respeitado para que a disputa
      pelo seu sentido possa se fazer segundo regras de liberdade e
      45 de igualdade. É a invocação e o exercício dessas regras que
      impedem uma Constituição de se tornar letra morta e uma
      democracia de definhar em autoritarismo.
      (Marcos Nobre. Folha de São Paulo
      , 7 de outubro de 2008.)
      Assinale a alternativa em que a estrutura não esteja na voz passiva.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6579

      | Analista Legislativo (Produtor para Revisão de Conteúdos Jor

      Questão: Q128540

      Disciplina: Língua Portuguesa

      Mitos constitucionais
      “É inconstitucional!” Durante o governo FHC, essa era a
      primeira coisa que a oposição dizia. Durante o governo Lula, a
      oposição começa sempre pelo bordão: “É um atentado às
      liberdades constitucionais!”
      5 Uma Constituição democrática mostra vitalidade e
      legitimidade quando oposição e situação, direita e esquerda,
      passam a invocá-la em favor das posições que defendem.
      Paradoxalmente, foram os embates em torno da revisão
      constitucional de 1993 e o empenho do governo FHC pelas
      10 reformas que criaram condições para essa consolidação da
      Constituição como núcleo do sistema político. Quanto mais
      defeituoso se dizia que era o texto, tanto mais se afirmava a
      supremacia da Carta de 1988.
      Pode-se concordar ou não com as alterações realizadas. Mas
      15 o fato é que, a partir daquele momento, a Constituição deixou
      de ser um texto abstrato e distante da realidade e passou ao
      centro do debate público.
      Vários mitos foram derrubados nesse caminho. Um deles
      dizia que Constituição boa é aquela que muda pouco, como se
      20 escrever com bico de pena fosse garantia de qualidade.
      Outro mito era o de que a Constituição seria letra morta, que
      teria uma função meramente simbólica. Como se um governo
      fosse se empenhar tanto para obter três quintos dos votos no
      Congresso, em dois turnos de votação, para mudar um mero
      25 conto de fadas.
      Caiu por fim o mito de que o texto constitucional seria
      contraditório: não há texto legal unívoco e perfeitamente
      determinado.
      A vantagem de uma Constituição democrática é que o seu
      30 sentido não pode ser fixado de antemão de uma vez por todas.
      Ele está em permanente disputa.
      Talvez essa seja a maior lição dos últimos 20 anos. A
      construção de uma institucionalidade democrática depois de
      uma longa ditadura militar levou a imagens extremadas do
      35 poder do direito. Foi longo o aprendizado de que o direito não é
      nem a solução de todos os problemas nem um palavreado inútil.
      Ele só se torna efetivo pelo sentido que lhe dão as lutas sociais
      e políticas pela sua interpretação.
      É por isso que a atividade jurisprudencial e o funcionamento
      40 concreto dos tribunais se mostram agora tão ou mais decisivos
      que o processo legislativo. Pela mesma razão, faz cada vez mais
      parte da cultura política o princípio de que o código próprio ao
      direito tem de ser preservado e respeitado para que a disputa
      pelo seu sentido possa se fazer segundo regras de liberdade e
      45 de igualdade. É a invocação e o exercício dessas regras que
      impedem uma Constituição de se tornar letra morta e uma
      democracia de definhar em autoritarismo.
      (Marcos Nobre. Folha de São Paulo
      , 7 de outubro de 2008.)
      "Uma Constituição democrática mostra vitalidade e legitimidade quando oposição e situação, direita e esquerda, passam a invocá-la em favor das posições que defendem." (L.5-7) A respeito do trecho acima, analise os itens a seguir:
      I. A fim de que o termo direita e esquerda
      pudesse se classificar como aposto, seria necessário incluir depois dele a palavra "respectivamente".
      II. A conjunção quando
      introduz uma oração condicional.
      III. O termo que
      se classifica como sujeito.
      Assinale:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6578

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128538

      Disciplina: Língua Portuguesa

      A questão refere-se ao Manual de Redação da Presidência da República
      e ao Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      .
      Com base no Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      , analise as afirmativas a seguir:
      I. Tanto gráficos, gravuras, ilustrações, fotografias, figuras, esquemas, tabelas e quadros constantes dos textos, como idades, datas, escores de jogos, veredictos e contagem de votos devem ser numerados com algarismos arábicos.
      II. Nenhum numeral leva hífen, incluindo postos e graduações da hierarquia militar e da diplomacia.
      III. Não se inicia período com algarismo arábico, devendo o número ser grafado por extenso, independentemente de ser cardinal ou ordinal.
      Assinale:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6577

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128536

      Disciplina: Língua Portuguesa

      A questão refere-se ao Manual de Redação da Presidência da República
      e ao Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      .
      Com base no Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      , analise as orientações a seguir:
      I. Grafam-se por extenso os numerais expressos num único vocábulo e em algarismos aqueles que exigem mais de uma palavra para serem veiculados. A mesma regra é válida para as percentagens, utilizando-se a expressão "por cento" ou o símbolo "%" conforme o numeral seja veiculado por uma ou mais palavras. O símbolo, entretanto, deve vir grafado imediatamente depois do algarismo, sem qualquer espaço em branco.
      II. Especificamente para a transcrição de numerais acima do milhar, pode-se recorrer tanto à aproximação do número fracionário quanto ao desdobramento dos termos numéricos: 23,6 milhões ou 23 milhões e 635 mil.
      III. Para maior garantia, os valores monetários devem ser expressos em algarismos seguidos da indicação da quantia, por extenso, entre parênteses: R$ 25.000,00 ( vinte e cinco mil reais ). Se o valor mencionado estiver localizado no final da linha, não o separe: coloque o cifrão em uma linha e o numeral na seguinte.
      Assinale:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6576

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128534

      Disciplina: Língua Portuguesa

      A questão refere-se ao Manual de Redação da Presidência da República
      e ao Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      .
      A respeito do Manual de Redação da Presidência da República
      , analise os itens a seguir:
      I. A redação oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. Além disso, incorporam-se os jargões jurídicos.
      II. A transparência do sentido dos atos normativos, bem como sua inteligibilidade, são requisitos do próprio Estado de Direito: é inaceitável que um texto legal não seja entendido pelos cidadãos.
      III. Além de atender à disposição constitucional, a forma dos atos normativos obedece a certa tradição. Há normas para sua elaboração que remontam ao período de nossa história imperial, como, por exemplo, a obrigatoriedade de que se aponha, ao final desses atos, o número de anos transcorridos desde a Independência. Essa prática foi mantida no período republicano.
      Assinale:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6575

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128532

      Disciplina: Língua Portuguesa

      A questão refere-se ao Manual de Redação da Presidência da República
      e ao Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      .
      É o instrumento de comunicação oficial entre os Chefes dos Poderes Públicos, notadamente as comunicações enviadas pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da Administração Pública; expor o plano de governo por ocasião da abertura de sessão legislativa; submeter ao Congresso Nacional matérias que dependem de deliberação de suas Casas; apresentar veto; enfim, fazer e agradecer comunicações de tudo quanto seja de interesse dos poderes públicos e da Nação. Segundo o Manual de Redação da Presidência da República
      , a definição acima se refere a:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6574

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128530

      Disciplina: Língua Portuguesa


      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      Assinale a alternativa em que a palavra SE seja apassivadora.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6573

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128528

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      O vocábulo anabolizar
      (L.24) está grafado corretamente. Assinale a alternativa em que haja pelo menos uma palavra com erro de grafia.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6572

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128527

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido acentuada seguindo regra distinta das demais.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6571

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128526

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      "Os bancos de investimentos colocam as barbas de molho." (L.39-40) "Colocar as barbas de molho" significa:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6570

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128525

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      "Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo possível, economicamente justo, politicamente democrático e ecologicamente sustentável." (L.70-72) A respeito do período acima, analise os itens a seguir:
      I. A palavra que
      se classifica como preposição.
      II. Há no período três adjuntos adverbiais.
      III. O período é simples.
      Assinale:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6569

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128524

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      O vocábulo imaculada
      (L.12) significa algo que não tem vestígio de qualquer impureza. Para que algo saia desse estado, é necessário que sofra alguma das ações expostas nas alternativas abaixo, à exceção de uma. Assinale-a.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6568

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128523

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      De acordo com o seu sentido, independentemente de relação direta com o texto, não faz parte do campo semântico de iconoclasta
      (L.54):

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6567

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128522

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      Assinale a alternativa em que a palavra indicada não tenha sido formada pelo mesmo processo que hipertrofiou
      (L.15)

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6566

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128521

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      "Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia do caráter neoliberal que
      hipertrofiou o sistema financeiro. Acumular fortunas tornou-se mais importante que
      produzir bens e serviços." (L.14-17) Assinale a alternativa em que estejam corretamente classificadas, respectivamente, as ocorrências da palavra QUE no trecho acima.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6565

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128520

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      "No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro de Berlim..." (L.1-2) Assinale a alternativa em que, alterando-se o trecho acima, não se manteve a adequação à norma culta.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6564

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128519

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      "Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11 milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à construção civil." (L.32-35) A respeito do trecho acima, analise os itens a seguir:
      I. O vocábulo usamericano
      é um neologismo.
      II. O vocábulo usamericano
      poderia ser substituído por "estadunidense".
      III. O sujeito de "pagará" é Quem
      .
      Assinale:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6563

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128518

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      "O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não há salvação." (L.9-11) Assinale a alternativa que apresente pontuação igualmente correta para o trecho acima.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6562

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128517

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      Assinale a alternativa em que o termo indicado não tenha valor adjetivo.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6561

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128516

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      Assinale a alternativa em que o termo indicado não tenha valor apositivo.

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6560

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128515

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      Em relação à estrutura e à produção de sentidos do texto, analise os itens a seguir:
      I. A expressão rua do Muro
      (L.4) ajuda a evidenciar a idéia estabelecida no título.
      II. As idéias se construíram também com a estratégia textual da comparação.
      III. Ocorre, como estratégia expositiva e argumentativa, uso da ironia.
      Assinale:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6559

      | Analista Legislativo (Analista de Relações Públicas)

      Questão: Q128514

      Disciplina: Língua Portuguesa

      O abalo dos muros
      No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro
      de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois
      sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio
      de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes
      5 dos maiores bancos e instituições financeiras.
      O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos
      holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova
      Amsterdã deu lugar a Nova York.
      O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto
      10 pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não
      há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o
      dogma da imaculada concepção do livre mercado como única
      panacéia para o bom andamento da economia.
      Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia
      15 do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro.
      Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens
      e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.
      Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os
      ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena
      20 do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise,
      apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$
      700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo
      consumido em um ano naquele país) a serem injetados para
      anabolizar o sistema financeiro.
      25 O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente
      para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com
      os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos
      últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854
      milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral
      30 da FAO ( Fundo das Nações Unidas para Agricultura e
      Alimentação ).
      Quem pagará a fatura do Proer usamericano? A resposta é
      óbvia: o contribuinte. Prevê-se o desemprego imediato de 11
      milhões de pessoas vinculadas ao mercado de capitais e à
      35 construção civil. Os fundos de pensão, descapitalizados, não
      terão como honrar os direitos de milhões de aposentados,
      sobretudo de quem investiu em previdência privada.
      A restrição do crédito tende a inibir a produção e o
      consumo. Os bancos de investimentos colocam as barbas de
      40 molho. Os impostos sofrerão aumentos. O mercado ficará sob
      regime de liberdade vigiada: vale agora o modelo chinês de
      controle político da economia, e não mais o controle da política
      pela economia, como ocorre no neoliberalismo.
      Em 1967, J.K. Galbraith chamava a atenção para a crise do
      45 caráter industrial do capitalismo. Nomes como Ford, Rockefeller,
      Carnegie ou Guggenheim, exemplos de empreendedores,
      desapareciam do cenário econômico para dar lugar à ampla rede
      de acionistas anônimos. O valor da empresa deslocava-se do
      parque industrial para a Bolsa de Valores.
      50 Na década seguinte, Daniel Bell alertaria para a íntima
      associação entre informação e especulação e apontaria as
      contradições culturais do capitalismo: o ascetismo
      (= acumulação) em choque com o estímulo consumista; os
      valores da modernidade destronados pelo caráter iconoclasta
      55 das inovações científicas e tecnológicas; lei e ética em
      antagonismo quanto mais o mercado se arvora em árbitro das
      relações econômicas e sociais.
      Se a queda do Muro de Berlim trouxe ao Leste Europeu mais
      liberdade e menos justiça, introduzindo desigualdades gritantes,
      60 o abalo de Wall Street obriga o capitalismo a se repensar. O
      cassino global torna o mundo mais feliz? Óbvio que não. O
      fracasso do socialismo real significa vitória do capitalismo virtual
      (real para apenas um terço da humanidade)? Também não.
      Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises
      65 financeiras, e sim pela exclusão – de acesso a bens essenciais
      de consumo e direitos de cidadania, como alimentação, saúde e
      educação – de dois terços da humanidade. São 4 bilhões de
      pessoas que, segundo a ONU, vivem entre a miséria e a
      pobreza, com renda diária inferior a US$ 2.
      70 Há, sim, que buscar, com urgência, um outro mundo
      possível, economicamente justo, politicamente democrático e
      ecologicamente sustentável.
      (Frei Betto. Folha de São Paulo
      , 6 de outubro de 2008.)
      Em "o ascetismo (= acumulação) em choque com o estímulo consumista" (L.52-53), a palavra entre parênteses, em relação ao sentido da anterior, o:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6558

      | Técnico Legislativo (Processo Legislativo)

      Questão: Q128513

      Disciplina: Língua Portuguesa

      A questão refere-se ao Manual de Redação da Presidência da República
      e ao Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      .
      Com base nas regras sobre uso de siglas e acrônimos do Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      , analise as afirmativas a seguir:
      I. O uso de siglas e acrônimos deve ser parcimonioso e restringir-se àqueles já existentes e consagrados.
      II. As siglas e os acrônimos devem ser escritos no mesmo corpo do texto, sem o uso de pontos intermediários ou finais.
      III. Na primeira citação, a expressão designada deve vir escrita por extenso, de forma completa e correta, antes ou depois da sigla ou do acrônimo respectivo.
      Assinale:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6557

      | Técnico Legislativo (Processo Legislativo)

      Questão: Q128512

      Disciplina: Língua Portuguesa

      A questão refere-se ao Manual de Redação da Presidência da República
      e ao Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      .
      No âmbito da Consultoria Legislativa, segundo o Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      , ocorre preâmbulo em:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6556

      | Técnico Legislativo (Processo Legislativo)

      Questão: Q128511

      Disciplina: Língua Portuguesa

      A questão refere-se ao Manual de Redação da Presidência da República
      e ao Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      .
      Com base nas regras do Manual de Redação da Presidência da República
      acerca da redação de atos normativos, analise as afirmativas a seguir:
      I. O parágrafo é representado pelo sinal gráfico §. Também em relação ao parágrafo, consagra-se a prática da numeração ordinal até o décimo (§ 10º) e cardinal a partir do parágrafo onze ( § 11 ). No caso de haver apenas um parágrafo, adota-se a grafia parágrafo único
      ( ou "§ único" ). Os textos dos parágrafos serão iniciados com letra maiúscula e encerrados com ponto-final.
      II. Os incisos são utilizados como elementos discriminativos de artigo se o assunto nele tratado não puder ser condensado no próprio artigo ou não se mostrar adequado a constituir parágrafo. Os incisos são indicados por algarismos romanos e as alíneas por letras.
      III. As alíneas ou letras constituem desdobramentos dos incisos e dos parágrafos. A alínea ou letra será grafada em minúsculo e seguida de parêntese: a); b); c); etc. O desdobramento das alíneas faz-se com números cardinais, seguidos do ponto: 1.; 2.; etc.
      Assinale:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6555

      | Técnico Legislativo (Processo Legislativo)

      Questão: Q128510

      Disciplina: Língua Portuguesa

      A questão refere-se ao Manual de Redação da Presidência da República
      e ao Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal
      .
      Com base no Manual de Redação da Presidência da República
      , analise as afirmativas a seguir:
      I. A concisão é antes uma qualidade do que uma característica do texto oficial. Conciso é o texto que consegue transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras. Para que se redija com essa qualidade, é fundamental que se tenha, além de conhecimento do assunto sobre o qual se escreve, o necessário tempo para revisar o texto depois de pronto. É nessa releitura que muitas vezes se percebem eventuais redundâncias ou repetições desnecessárias de idéias.
      II. O esforço de sermos concisos atende, basicamente ao princípio de economia lingüística, à mencionada fórmula de empregar o mínimo de palavras para informar o máximo. Não se deve de forma alguma entendê-la como economia de pensamento, isto é, não se devem eliminar passagens substanciais do texto no afã de reduzi-lo em tamanho. Trata-se exclusivamente de cortar palavras inúteis, redundâncias, passagens que nada acrescentem ao que já foi dito.
      III. A clareza deve ser a qualidade básica de todo texto oficial. Pode-se definir como claro aquele texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. No entanto, a clareza não é algo que se atinja por si só: ela depende estritamente das demais características da redação oficial.
      Assinale:

    • .

      FGV - 2008 - Senado Federal - 6554

      | Técnico Legislativo (Processo Legislativo)

      Questão: Q128509

      Disciplina: Língua Portuguesa

      Ensaio sobre a transparência
      Fala-se muito em transparência hoje no Brasil. No mundo
      corporativo, no cenário político e até nas relações pessoais
      pede-se, cobra-se transparência. Mas o fato é que
      transparência deixou de ser um processo de observação
      5 cristalina para assumi