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ENFERMAGEM CLINICA CIRURGICA

No início de uma consulta, uma mulher de 48 anos de idade mostrava-se ofegante e cansada. Ela faz acompanhamento há seis meses no serviço ambulatorial para tratamento de diabetes. Tem uma fístula arteriovenosa ativa no membro superior direito. Relata episódios febris em casa, com temperatura do corpo alternando com regularidade entre um período de febre e outro com temperatura normal ou subnormal. Tem peso corporal de 80 kg, 1,68 m de altura e 45 cm de circunferência do braço. A enfermeira fez a verificação da temperatura corporal axilar, da frequência cardíaca no pulso braquial, da frequência respiratória e da pressão arterial. Todos os parâmetros de sinais vitais avaliados estavam dentro do padrão de normalidade. Considerando o caso clínico apresentado e os aspectos relativos ao cuidado a ser prestado, julgue os itens de 6 a 11. 6 A classificação do estado nutricional da paciente é de sobrepeso, pois o índice de massa corporal está acima da normalidade. 7 Pela descrição das características dos episódios febris apresentados, é correto inferir que a paciente apresenta febre remitente. 8 Para seguir corretamente a técnica de verificação do pulso periférico braquial, deve-se aguardar de 5 a 10 minutos até que seja garantido o repouso e realizar a palpação da artéria braquial, colocando os três dedos médios sobre a artéria junto ao sulco entre os músculos bíceps e tríceps na fossa antecubital. 9 Para realizar corretamente a avaliação dos movimentos respiratórios na paciente, deve-se observar os movimentos torácicos e abdominais, observando se eles são regulares e ininterruptos (condição de eupneia). 10 Na verificação correta da pressão arterial, é irrelevante aguardar o repouso da paciente antes de iniciar o procedimento. Deve-se posicioná-la sentada com o antebraço direito apoiado e a palma da mão virada para cima, expondo o braço por completo, removendo roupas que por ventura possam fazer restrições. 11 O posicionamento correto do manguito do esfigmomanômetro para a verificação da pressão arterial é acima do sítio de pulsação da artéria, tendo como parâmetro o posicionamento dos tubos conectores retos, na posição superior ao longo do braço utilizado para a verificação. A infecção representa um estado de doença resultante da associação de vários elementos da cadeia de infecção. Com relação a esse assunto, julgue os próximos itens. 12 Para que os microrganismos provoquem doenças, vários fatores devem ser considerados, como a quantidade de microrganismos, a virulência, a capacidade para entrar e sobreviver e a suscetibilidade do hospedeiro. 13 Na cadeia de infecção, a entrada do Mycobacterium tuberculosis ocorre pela pele, mucosas, tratos respiratório ou urinário. A precaução a ser tomada envolve o uso de máscaras comuns. 14 Para que um artigo semicrítico não seja um veículo de contaminação ao paciente, é necessária a limpeza e desinfecção de baixo nível, a exemplo dos urinóis portáteis (comadres e papagaios). 15 As precauções de contato devem ser observadas no cuidado ao paciente com leptospirose, sendo que, nesse caso, ele deve ser mantido em quarto individual. Um jovem de 23 anos de idade, vítima de ferimentos por arma de fogo, foi internado na clínica cirúrgica de um hospital após drenagem de tórax. O frasco de drenagem continha 750 mL de líquido sanguinolento e, no tubo de extensão da drenagem, havia grande quantidade de coágulos. A respeito dessa situação e de acordo com os cuidados de enfermagem adequados ao paciente com dreno tubular torácico, julgue os itens a seguir. 21 Ao transportar o paciente na maca, o enfermeiro deve clampear o dreno torácico, mantendo-o fechado até quando o paciente estiver no seu leito, momento em que o dreno poderá, então, ser aberto. 22 O frasco de drenagem deve ser preenchido com solução salina a 0,9% estéril. A tampa do frasco contém uma haste plástica rígida conectada à extensão intermediária que deve ficar submersa a 2 cm do fundo do frasco. 23 O frasco de drenagem deve permanecer na posição vertical e abaixo do nível do tórax. 24 O tipo e a quantidade da drenagem devem ser considerados na avaliação da retirada do dreno. A drenagem de 150 mL em 24 horas é um dos critérios para a retirada do dreno tubular torácico. 25 No momento da retirada do dreno tubular torácico, deve-se solicitar ao paciente que se mantenha em inspiração profunda. Um paciente de 45 anos de idade foi admitido em uma clínica após cirurgia de colectomia total, com hidratação venosa no membro superior esquerdo, sonda vesical de demora (do tipo Foley n.º 16), sudorese e abdome distendido. O paciente queixava-se de dor epigástrica, e o médico indicou a instalação de sonda nasogástrica. O seu volume urinário, em 24 horas, era de 100 mL. Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens de 26 a 30. Um paciente de 45 anos de idade foi admitido em uma clínica após cirurgia de colectomia total, com hidratação venosa no membro superior esquerdo, sonda vesical de demora (do tipo Foley n.º 16), sudorese e abdome distendido. O paciente queixava-se de dor epigástrica, e o médico indicou a instalação de sonda nasogástrica. O seu volume urinário, em 24 horas, era de 100 mL. Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens de 26 a 30. 26 Para que a sonda nasogástrica fique posicionada de forma adequada, deve-se medir a distância do lóbulo da orelha até o apêndice xifoide e acrescentar 25 cm. 27 A cateterização venosa periférica pode apresentar complicações locais, como a flebite, que resulta no aparecimento de inflamação do tecido subcutâneo próximo ao local da punção e está relacionada, principalmente, à contaminação do local de inserção do cateter 28 Na situação considerarada, se estiver consciente, o paciente deve ser orientado e preparado para a inserção da sonda nasogástrica e, em seguida, deve-se fazer a medição correta da sonda. Após a inserção, a sonda deve ser testada por meio da aspiração, medição do pH do conteúdo gástrico ou radiografia e ausculta na região do apêndice xifóide, após introdução de ar, com seringa conectada à sonda. 29 A higiene oral e nasal em paciente em uso de sonda propicia-lhe conforto e impede-lhe a formação de lesões na boca e no nariz. Às vezes, é permitido que se ofereça colutórios refrescantes, balas duras ou mesmo goma de mascar ao paciente, para diminuir a sensação desagradável da não estimulação prolongada das papilas gustativas. 30 Na situação em questão, infere-se que o paciente apresenta um quadro de oligúria.
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